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Thursday, December 04, 2003

O Marxismo Vs. Nacionalismo

Hoje em dia , como todos sabemos , a nossa sociedade é uma sociedade que vive de braço dado com o capitalismo selvagem e com o consumo desenfreado, em que as grandes praças mundiais se encontram interligadas , quem nunca ouviu um dos nosso professores a dizer que quando o mercado norte americano fica com “gripe” e mediatamente a Europa começa a “expirrar” ? Pois é , isto quer dizer por outras palavras que se acontecer um desastre de ordem económica ou social na América ou na Ásia imediatamente não irão ser só eles que vão para a miséria , nós vamos também . Ora é obvio que como todo o ser Humano há pessoas que concordam com este tipo de política ( suicida ) e há outros que ficam reticentes . É então que vão tentar procurar uma alternativa ideológica ... Ora e que idade tem a grande maioria dessas pessoas que buscam a “alternativa” ? 16/17/18 ... ora é aí que surge o ensino e a escola . É nas escolas que se ensinam aos jovens as ideologias marxistas e capitalistas .
Posteriormente os jovens que se revêem num sistema globalizado e capitalista , em que todos os mercados são abertos e em que o perigo de uma catástrofe a nível mundial é um potencial e provável acontecimento , aderem como que por imediato a correntes ideológicas capitalistas , os outros , que não se revêem nesse tipo de ideologia , é lhes apresentado pelos nossos senhores professores a grande “alternativa” , O MARXISMO .
O marxismo , essa corrente ideológica que nos é imposta nas aulas de historia ,filosofia, sociologia , etc , tem como principal objectivo de não só dar a conhecer a “alternativa” ao capitalismo , mas de incitar os nossos jovens a enveredar politicamente por uma das suas principais ramificações ou subdivisões ( o socialismo e o comunismo ) .Ora é aqui que começam as desigualdades ... então e o nacionalismo ? o nacionalismo simplesmente é ocultado dos nossos jovens simplesmente por medo .
O nacionalismo , já deu e continua a dar provas , em alguns países , que funciona na perfeição quando tirado dos livros dos grandes filosóficos nacionalistas , e é colocado em pratica numa sociedade (ao contrario do capitalismo e das subdivisões do marxismo).
Em suma é extremamente necessário , nós nacionalistas , falar-mos do nacionalismo , para que este não seja escondido pelos marxistas e capitalistas , dos nossos jovens . O nacionalismo é hoje necessário para a sociedade Portuguesa como o ar para o ser Humano . Está mais que provado que todas as correntes políticas falharam . Resta então dar uma oportunidade ao nacionalismo , mas para que isso aconteça é preciso ser divulgado e mostrar ás pessoas que a sua concepção ideológica não tende a unir apenas alguns dos sectores da sociedade. como erradamente se pensa. Mais , o grande objectivo do verdadeiro nacionalismo é unir toda a Nação !
É portanto extremamente necessário o nacionalismo ser ensinado aos nossos jovens , que tem uma visão deste bastante conspurcada que lhes foi transmitida ( com se de um vírus se trata-se ) por aqueles que querem o seu fim , os Marxistas e Capitalistas .

Celta

Monday, December 01, 2003

dia 1 de dezembro!

Hoje comemoram-se 363 anos da Restauração da Independencia!
Dia em que o rei D.Joao IV expulsou os Castelhanos do territorio Portugues!
Como tal hoje comomorei o dia com camaradas primeiro um almoço ao qual se segui-o de uma ida aos Restaurados como forma de honrar aquilo que se fez nesse dia de 1640!

VIVA PORTUGAL!

Friday, November 28, 2003

O ocidental praia feito pelos camaradas leitores:

Imigração e indignidade!

Com o pretexto de uma liberdade de expressão para todos e o famoso lema “nem mais um soldado para as colónias Portuguesas” os nossos esquerdistas trataram de fazer a revolução prometendo trabalho, liberdade, e toda a espécie de direitos aos portugueses. Defendem um país para todos, dizem eles, para os que cá estão e para os oriundos de países onde o mercado de trabalho é precário e onde predomina a inexistência de leis laborais dignas.
Agora veja-se; como é que eles defendem os trabalhadores Portugueses se a competição é constante e fortemente desleal com povos provenientes de países com cultura terceiro-mundista?! A nossa esquerda que apoia incondicionalmente todos os imigrantes venham eles de onde vierem deveria ter vergonha. Os trabalhadores portugueses estão pior do que já alguma vez estiveram graças á competição injusta, uma vez que a luta é constante por condições de trabalho degradantes ( é ver quem trabalha mais e por menos salário e quem menos exige justas condições). Conclusão:

- Imigração descontrolada é incompatível com a dignidade dos trabalhadores portugueses.

- Quantos mais postos de trabalho ocupados por estrangeiros mais portugueses estarão no desemprego.

- A nossa esquerda querendo mais votos nas urnas recorre a todo o tipo de estratagemas, mesmo que seja o trabalhador português a pagar a factura das suas contradições e incompetências.

- O trabalhador Português é desprezado não tem apoio para criar uma família, não tem dinheiro nem posto de trabalho que ocupar enquanto a esquerda apoia o imigrante e diz que Portugal está a envelhecer, e a envelhecer continuará até se apoiar o trabalhador e a familia portuguesa

- Será que estes senhores de esquerda também se estão “cagando” para o trabalhador português?

Thursday, November 27, 2003

Acho importante que textos como este não se percam por isso vou publica-lo aqui!

Este texto que vou agora postar foi feito em colaboração do camarada do brincalhao..
Vou só fazer uma pequena apresentação e depois passaremos ao centro da questão
Tintim
Personagem da banda desenhada Tintim é uma criação do belga Hergé (pseudónimo de Georges Remi) (1907-1983).
Hergé publicou 23 albúns e deixou outro inacabado.
As vendas dos albúns não cessam de aumentar desde 1935. Na década de 30 foram vendidos 52 mil albúns e na década de 80 as vendas ultrapassaram os 39 milhões. No total, em 55 anos de publicação, foram vendidos 151 milhões de albúns. Um fenómeno de sucesso.
Tintim politicamente falando..
Com Hergé morto e Tintim imortal, eis que o antigo general das SS, Léon Degrelle, tem a ousadia de escrever: «Tintim sou eu». E assim, o último oficial nazi que assume o seu uniforme, que aplaudiu Hitler e ajudou à ocupação nazi da Bélgica, deixa ficar mal o seu eterno amigo Hergé. E, ainda em pior estado, o herói da B. D. mais lido do mundo.
Neste texto tentaremos aprofundar como e com que legitimidade Leon Degrelle diz isto..
A Associação dos Amigos de Tintim, em representação dos seus muitos associados espalhados por esse Mundo fora, protesta. O antigo general das Waffen SS, Léon Degrelle, fundador do Partido Rexista belga, tem a ousadia de afirmar nas suas memórias: «Tintim sou eu». E a verdade é que, fisionomicamente, a semelhança tem cabimento, para além mesmo do pormenor das calças de golfe que Degrelle reclama suas. Se o Tintim envelhecesse poderia muito bem ser assim. Eis a história de uma saga que começa e acaba com o século: a de dois homens unidos pelo único adversário que De Gaulle encontrou à sua altura: Tintim.
Quem ja conhece a obra de Tintim.. Repara de certeza que tintim é anticomunista (Tintim no País dos Sovietes), anti-americano (Tintim na América), colonialista (Tintim no Congo). Atributos que León Degrelle tambem tinha..
Vamos começar por esclarecer o seguinte Leon Degrelle e Hergé eram amigos ,companheiros e camaradas de longa data…
Vou falar agora um bocado sobre León Degrelle
Este era um velho colosso, este filho pródigo de Marte, Vivia em Puerto Banus, cerca de Málaga, num 8.º andar, rodeado de medalhas e fotografias do Fuehrer. Os espanhóis, que o acolheram em Dezembro de 1944, chamam-lhe D. José Ramirez Reyna. Nos anos 30, na Bélgica, jovem natural de Bouillon que após ter chumbado três vezes no último ano de Direito na Universidade de Lovaina se convertera aos seus dotes de orador e iniciara uma carreira política prometedora. Primeiro como jornalista, depois como editor e, finalmente, como fundador do Partido Rexista, em 1934. Aos 86 anos de idade, Degrelle foi o último chefe nazi vivo dado que ja nos deixou á algum tempo.
Tintim é jornalista, Leon tambêm o foi.. Imensas parcenças fisicas, politicas na forma de vestir etc.. Eu neste texto prentendo apenas informar cada um tirará as suas elações..
Até ja chegou a ocorrer um debate na assembleia de França..
Sobre em que quadrante politico se enquadraria Tintim direita ou esquerda..
Chegou-se a Conclusão que a nenhum deles Tintim segundo eles era Fascista!!
Agora as explicações de Leon Degrelle para ele ser o Tintim e a explicação para algumas das outras personagens:
(palavras do próprio a quando de uma entrevista)
—Tintim, mon Copain é a verdadeira história do jovem repórter do Petit Vingtième ou a sua?
Léon Degrelle — O meu livro Tintim, mon Copain vai tornar pública não só a verdadeira história de Hergé e a minha mas as duas, pois as nossas vidas coincidiram fraternalmente, fraternalmente, reencontrando-se sempre, quer na imensidão das Américas, ao longo dos milhares de quilómetros da frente russa ou no amargo exílio espanhol. Não se trata pois da vida de um dos dois comparsas, mas sim da vida de dois cúmplices, um deles criando a partir do imaginário e o outro construindo a partir da realidade, movidos através das circunstâncias mais imprevistas por entusiasmos e reacções idênticas.
Tintim é um jovem aventureiro, determinado, audaz e muito charmoso. Reconhece-se nestes traços da sua personalidade?
L. D. — Não me arriscaria a auto-atribuir-me o qualificativo de «muito charmoso». Seria necessário perguntar à minha mulher. Conhece com certeza o provérbio que diz que quem se assemelha faz parelha. Logo desde o início da nossa juventude, Hergé e eu «emparelhámos». Mesmo no exílio, como poderá ver no meu livro. Hergé foi um companheiro admirável, não só meu mas de todos os nossos compatriotas perseguidos depois de 1945. Teve mesmo a coragem de afirmar muito claramente à imprensa: «Degrelle foi um herói.» Ora, nestes tempos de ódio quase demoníaco, era virtualmente obrigatório afirmar pública e caluniosamente que eu havia sido um «criminoso de guerra»! Hergé teve a extrema coragem de enfrentar os mais baixos insultos proferidos a meu respeito.
— Qual é a história de Tintim que prefere?
L. D. — É, incontestavelmente, Tintim no País dos Sovietes. Porque Hergé foi muito particularmente com este álbum, um precursor, denunciando Estaline como o mais selvagem dos assassinos do século, enquanto alguns o apresentavam como um Messias e que o poeta Aragon proclamava: «O grande Estaline, Tu que fazes renascer o homem, Tu que fazer florir a Primavera...» Em 1975, Miterrand cantava ainda a glória da U.R.S.S. «sobretudo porque a sua revolução foi feita a partir de análises que nos são próprias». O Tintim de Hergé, por seu lado, desmascara logo em 1929 a ignomínia comunista, hoje feita em farrapos, mas, infelizmente, liquidada demasiado tarde, uma vez que os prejuízos são hoje irreparáveis.
Foi seguindo o exemplo de Tintim que partimos em 1941 para a U.R.S.S. com o objectivo de aniquilar aquele regime diabólico e de trazer vinte povos admiráveis para uma comunidade europeia. Em 42 tudo era possível. O nosso esforço para libertar aqueles países foi deitado por terra, não por um comunismo, que reduzido a si próprio teria sido inexoravelmente varrido, mas por um fanatismo aberrante de um Roosevelt que foi, logo antes de Estalinegrado, o grande fornecedor de armas e material dos soviéticos. Foram ainda os americanos que levaram Staline a Berlim, entregando-lhe, como escravos, 100 milhões de europeus de Leste. De 1945 a 1990, os americanos pagariam a factura daquela aberração, que lhes custaria centenas de milhares de dólares, em armamento nuclear, antes de terem assistido à queda da U.R.S.S., hoje desfigurada e sem dúvida irrecuperável durante muito
Eu tenho a minha opinião sobre se Tintim sera ou não Léon Degrelle.. Ou a juventude dele lá representada.. Não tenho duvidas que seja .. Mas para os mais cepticos basta pesquisar como eu fiz..
Tenho de agradecer ao Brincalhao.. Sem ele este texto não teria sido possivel..

Wednesday, November 26, 2003

O que é preciso num nacionalismo moderno e que vingue nos nossos tempos?

Acima de tudo um nacionalismo de séc XXI tem de ser um nacionalismo enraizado na cultura e identidade de cada país e na defesa duma restruturação real no nacionalismo e que o nacionalismo deste séc. não se deixe "envergonhar" nem "desanimar" por nacionalismos de sécs passados... E não como muitos senhores gostam gostam de dizer e cito o Presidente da Associação dos Espoliados de Angola: "Portugal tem que se convencer que é para o mar que tem que se virar, porque temos a Espanha aquia ao lado, e , ou somos integrados pela Espanha, ou continuamos a ser um pequeno país á beira mar, sem estruturas ,sem nada..."
É de este tipo de pensamento que o nacionalismo tem de se demarcar, Portugal não pode viver com o "Império" sempre na cabeça... Os problemas hoje em dia não são guerras intra-europeias mas a invasão de que a Europa é alvo , invasão essa que vem um bocado de todos os continentes..

Mas claro que compreendo que estas pessoas continuem a sonhar com o Império Portugues.. Vejam bem , dedicaram uma vida ,muito esforço e depois desse esforço todo viram que tudo aquilo que haviam criado se desmoronou.. E compete ao estado Portugues o apoio aos Expoliados!

Claro que eu continuo a ver os Espanhois como nossos eternos inimigos e não os nossos irmãos o problema é que mesmo neste caso os amigos escolhem-se a familia não.. Deixo desde já expresso que não tenho nada contra os Galegos,Bascos,Catalães etc... Tenho é contra o imperialismo castelhano.. E não esperem que como noutros blogs nacionalistas Portugueses faça apologias a partidos castelhanos como a Falange... Muita gente gosta de dizer "mas eles tambem são camaradas" mas esses camaradas queriam ver uma peninsula iberica unificada por isso não tenho medo em dizer não a esses camaradas...

Continuando a dissertar sobre o nacionalismo de futuro os Portugueses não podem continuar a espera que D.Sebastião apareça numa manhã de nevueiro, os Portugueses têm de lutar pela sua indentidade cultural que é diariamente chacinada..

Por isso os Portugueses têm de se virar para o nacionalismo e um nacionalismo de caractér europeista neste momento a Europa está a acordar para o flagelo!

Em frente por Portugal!
VIVA PORTUGAL!
Com autorização do administrador do http://plataformaidentitaria.blogspot.com passarei este texto que acho muito bom :

Algumas considerações sobre o tema do Paganismo Europeu em geral.


Nos dias que correm, e no nosso meio, muito diverso, englobando desde católicos integristas, católicos não-praticantes, católicos-porque-ser-portugues-é-ser-católico, cristãos protestantes, ateus, agnósticos, pagãos.
Neste artigo pretendo desenvolver um pouco a temática complicada do paganismo.
A definição corrente de paganismo é todo o culto, religião, ou crença que não seja uma das seguintes religiões, por sinal as mais importantes e praticadas no mundo de hoje: Cristianismo, Judaismo, Islamismo. Logo é mais fácil dizer que o paganismo é o que não é Cristianismo, Judaismo ou Islamismo, todas religiões monoteístas, religiões de uma só divindade. Só vou falar do paganismo europeu. Diz-se das religiões pré-cristãs da Europa muitas coisas. A maior parte erradas. Diz-se que eram religiões de muitos deuses, havia o deus do rio, o deus da arvore, o deus do céu (onde está “deus” também podia estar “deusa”). Isto é em parte, verdade. As religiões pré-cristãs eram religiões panteístas, isto é, religiões em que se acreditava que Deus, ou deuses, eram parte da substancia da Terra, ou seja, DEUS é a terra, não a criou. A religião pré-cristã praticada no nosso território era, sem dúvida, panteísta. Panteísta e politeísta, sendo o politeísta discutível, pois em todas as religiões politeístas, haviam sempre um deus-pai, ou deusa-mãe, o que não elimina a existência de vários deuses e divindades, que não eram “apenas” equivalentes de bispos como já ouvi dizer. O que interessa aqui tentar explicar é a mentalidade desses povos.
1) Eram povos que viviam em profunda comunhão com a Natureza. Logo ao entenderem que haviam coisas que eram para além do limite físico e espiritual do homem, deram a essas forças, que entenderam ser divinas, um símbolo, um nome, uma personalidade. Mais nada. Isto podia ser um trovão, uma tempestade, um monte ( basta ver a quantidade de monsantos que há), a morte, a vida.
2) Deus, ou deuses, não criam o homem, antes o contrário, ou melhor, ambos vivem como um todo. Os povos pré-cristãos não tinham uma visão linear da vida na terra, nem da vida da terra. Tudo era um ciclo permantente, em mudança, mas em que havia sempre um paralelo com tempos passados. Daí a existência dos mitos, que eram histórias que não aconteceram mas que eram sempre verdade. O exemplo disso é o uso da espiral, sozinha, ou muito frequentemente triplicada. Ver o exemplo do triskell ou trísceles.
3) O pleno oposto desta visão é a visão biblica da vida. O homem nasce, se se portar bem (10 mandamentos), vai para o céu, ou inferno. Isto é aberto a muita discussão, sendo uma versão mais light a de que quando morrermos todos vamos para o céu onde vivemos para sempre com Deus e a mais pesada sendo que um dia deste vamos todos ao Dia do Julgamento, dia em que serão julgados os vivos e mortos. Depois desse dia, todos viveremos bem, ou mal, dependendo do julgamento. Nem quero pensar nas filas nesse dia. Outra versão desta visão é a que Deus criou tudo e todos e nos controla lá de cima. Isto reduz-nos a meros fantoches. Deus não tira nem dá vida, só fez isso uma vez, logo no início. Resumidamente, uma grande confusão. Basta ver o caso do Inferno... Existe? Não existe? Deus não gosta de todos? Deus não perdoa?

Uma razão da crítica da mentalidade judaico-cristã é a não-sacralização da Natureza. Na mentalidade pré-cristã Europeia, Deus ou deuses eram a Natureza, ou faziam parte da mesma substância. Sabiam que faziam parte de um sistema maior, eram apenas uma parte de um todo. Se tratassem bem da Terra, ela trataria bem deles, logos os Deuses tratariam bem deles.
Na mentalidade cristã, Deus criou o céu e a terra. O homem e os animais. Logo, tudo é reduzido a “deus criou”. Tudo o que é fora do alcance do homem é “Deus”. A diferença é que na mentalidade pré-cristã Deus ou Deuses eram a própria Natureza, estavam contidos nela, eram a mesma susbtância. Na mentalidade cristã Deus apenas criou a Natureza. Aí reside a diferença. No criar e ser. Sim, claro que me podem dizer que “se deus criou a natureza, logo a natureza tem algo de divino nela”.
Sim, pode ser, mas ter e ser é diferente....
Israel !

Israel não quer a UE como administradora pois muito bem o Sr. Sharon esse criminoso mundial que à muito devia ter sido julgado pelos crimes que são cometidos todos os dias contra o povo Palestiniano... E que continua impune , tem a lata de vir reclamar que a UE não deve ser mediadora... Mas a culpa tambem é da UE que canaliza milhões e milhões de euros para o terrorista estado de Israel...

Sendo que Israel nem sequer pertence à Europa..

E já que não pertence impunha-se que esse estado passasse a participar nos campeonatos de futebol da sua região, juntamente com os árabes , a Europa não tem nada a ver com situações politicas do medio-oriente, se criaram situações para se darem mal com os vossos vizinhos resolvam-nas..

A Europa não tem de qualquer forma de andar a aturar um estado do medio oriente que é uma permanente causa de instabilidade e violência e ainda por cima nos insulta?

A Europa (UE) tem vindo a arrastar o nome do velho continente pela lama..

NÃO A BRUXELAS!!
SIM A UMA EUROPA UNIDA E COM ESTADOS SOBERANOS!!

Monday, November 24, 2003

"Democracia"

Neste post irei falar sobre a dita democracia em que vivemos..
Desde de muito novos esta sociedade nos leva a crer que vivemos numa sociedade democratica onde um individuo não pode ser discriminado pelas suas escolhas politicas como está expresso no artigo 19º da Declaração Universal dos Direitos do Homem: "Todo o indivíduo tem o direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e ideias por qualquer meio de expressão..."

E talvez a educação esquerdizada que os nossos jovens recebem venha contra a Constituição da Republica alínea 2 do artigo 43º da Constituição da República Portuguesa, onde consta o seguinte: "O Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer directrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas. "

Logo o programa de Filosofia que é incombido aos jovens vem contra estes dois pontos dizendo na pagina 8 do programa de Filosofia e apontando como uma das finalidades da disciplina de filosofia, o seguinte: "Proporcionar oportunidades favoráveis ao desenvolvimento de um pensamento ético-político crítico, responsável e socialmente comprometido, contribuindo para a aquisição de competências dialógicas que predisponham à participação democrática e ao reconhecimento da democracia como o referente último da vida comunitária, assumindo a igualdade, a justiça e a paz como os seus princípios legitimadores."

Então nesta sociedade de direito como puderão ser proibidos os partidos de cariz Fascista? ok puderão-me agora responder que o Fascismo vai contra a Democracia logo tem de ser proibido.. o comunismo não irá? Mas nem é essa a questão , a questão é que na sociedade em que vivemos e que cada vez mais gostam de dizer enchendo a boca que é uma sociedade Livre, Democratica com total liberdade de Expressão ..
Só posso concluir que a sociedade em que vivemos ja se incunbiu de fazer uma lavagem cerebral aos nossos cidadãos..

No meu proximo post irei tratar sobre a globalização e o mundialismo cultural

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